A região

Palmela / Azeitão / Troia / Sesimbra
A história

A história

Palmela

A ocupação humana da região de Palmela é antiquíssima.

Dados confirmados pela arqueologia revelaram vestígios do período Paleolítico e das épocas romana, islâmica e medieval.

A história da vila está intimamente ligada à história da Ordem Militar de Santiago.

A sede desta Ordem Militar só se fixou definitivamente em Palmela em 1443, depois do fim da Reconquista, durante o mestrado do Infante D. João, filho de D. João I.

A localização da sede manteve-se até à extinção das Ordens Religiosas em 1834.

Azeitão

Localizada numa região belíssima, fértil, com boas condições climáticas e próxima de Lisboa, a região de Azeitão desde cedo atraiu a alta nobreza que se foi instalando nas suas casas de veraneio, palácios, quintas e herdades.

Em 1360 D. Pedro I confirmou os privilégios da povoação.

Elevada à categoria de vila por D. José, Azeitão (incluindo S. Lourenço e S. Simão) teve vida própria até 1855 altura em que passou a fazer parte do concelho de Setúbal.

Troia

Esta península, com mais de 20 Km de extensão, fica separada da cidade de Setúbal pela foz do rio Sado. Estando administrativamente ligada ao Município de Grândola, a sua história está indissociavelmente ligada à cidade do Rio Azul e capital do Distrito. Uma das razões é que em ambos os sítios se podem encontrar vestígios romanos que atestam que ambos os locais eram importantes centros de produção de pasta de peixe, uma iguaria que se denominava então de garum e era exportava para todo o império, sendo apreciadíssima pelas elites desse tempo.

Um outro fenómeno de índole social que realça esta remota ligação, é a romaria que os pescadores de Setúbal fazem anualmente à capela da Nossa Senhora do Rosário de Troia, que remonta há mais de cinco séculos e se realiza entre os dias 17 e 19 de agosto. Esta tradição piscatória teve, ao longo dos séculos, uma grande importância para a região, como o atesta o grande número de fábricas de conservas que existiram na primeira metade do século XX, onde se incluiu ainda, uma que estava dedicada ao fabrico de óleo de cetáceos, que eram capturados junto ao cabo Espichel e que esteve muito ativa nos anos 20 desse mesmo século.

Se Troia corresponde ou não à ilha de Ácala que vem referida no livro “Ora Marítima” da autoria do escritor Italo Avieno e datado do século IV, é ainda objeto de conjetura entre os estudiosos. O que se sabe, é que podemos hoje admirar a reabilitação do complexo arqueológico que bem merece uma cuidada visita, não só por meros motivos culturais, mas também pelas magníficas paisagens que daí se podem observar, quer para cidade de Setúbal, quer para o interior do estuário do rio. O interesse por este interessantíssimo conjunto de ruínas remonta à época da Rainha Dª Maria I, tendo posteriormente chamado também a atenção da Sociedade Arqueológica Lusitana que aí fez vários levantamentos e estudos.

Um outro local que vale a pena ser visitado, e que é único no contexto nacional, situado no município de Alcácer do Sal (a antiga Salácia do tempo romano), é o porto palafítico da aldeia piscatória da Carrasqueira.

Mas, Troia é, presentemente, sobretudo procurada por motivos turísticos durante todo o ano. Possui um casino, vários hotéis modernos, apartamentos e casas para aluguer ou para compra, um campo de golfe e uma magnífica praia ladeada e protegida por fileiras de dunas cobertas por linda vegetação mediterrânica. É muito utilizada para férias, para fins-de-semana ou para reuniões de índole profissional. Possui magníficos restaurantes e bares, bem como um moderno centro de congressos. Também merecem visita, a exploração agrícola da Herdade da Comporta, onde se destaca o excelente arroz ali produzido, bem como o vinho, em cuja moderna adega se podem fazer provas.

Está acessível por barco ou ferry boat a partir de Setúbal, ou por estrada, quer através de Alcácer do Sal, quer através da rede viária que percorre a costa vicentina. Podem praticar-se vários desportos, destacando-se os passeios de barco, em que algumas firmas disponibilizam, mediante prévia reserva, quer uma inesquecível refeição de marisco a bordo, quer a observação de golfinhos e de aves.

Sesimbra

Localizada estrategicamente em pleno Parque Natural da Serra da Arrábida, Sesimbra é povoação bastante antiga.

A ocupação humana da região remonta à Pré-história.

Conquistada e reconquistada, só em 1199 recebeu colonizadores francos pela mão de D. Sancho I que lhe concedeu foral em 1201.

Nos séculos XIII / XIV a comunidade piscatória instalou-se próximo da praia na chamada zona da Ribeira de Sesimbra.

Nos finais do século XV e primeira metade do século XVI a povoação ribeirinha desenvolveu-se como núcleo principal deixando para segundo plano a vila medieval dentro das muralhas do castelo que foi progressivamente abandonado.

A pesca, o comércio marítimo e a construção naval desenvolveram-se bastante a par do crescimento urbano.

Sesimbra foi integrada no território da Ordem Militar de Santiago em 1236 por D. Sancho II.

Sesimbra

Localizada estrategicamente em pleno Parque Natural da Serra da Arrábida, Sesimbra é povoação bastante antiga.

A ocupação humana da região remonta à Pré-história.

Conquistada e reconquistada, só em 1199 recebeu colonizadores francos pela mão de D. Sancho I que lhe concedeu foral em 1201.

Nos séculos XIII / XIV a comunidade piscatória instalou-se próximo da praia na chamada zona da Ribeira de Sesimbra.

Nos finais do século XV e primeira metade do século XVI a povoação ribeirinha desenvolveu-se como núcleo principal deixando para segundo plano a vila medieval dentro das muralhas do castelo que foi progressivamente abandonado.

A pesca, o comércio marítimo e a construção naval desenvolveram-se bastante a par do crescimento urbano.

Sesimbra foi integrada no território da Ordem Militar de Santiago em 1236 por D. Sancho II.

Morada:
Rua Álvaro Castelões, 49 - 1º e 2º
2900-215 Setúbal
Telefone: 929 018 384
E-mail: carmosresidence@gmail.com

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